Há discriminação no Estado da Nação!
Natércia Lopes.
O programa Estado da Nação, da mui prestigiada STV, canal que sendo privado tem o condão de conseguir fazer para os moçambicanos um serviço televisivo mais útil que o dos seus colegas da TVM Empresa Publica dado o profissionalismo dos seus jornalistas, está a tornar-se discriminatório.
Seja campanha eleitoral para todos!
A quem servirá o absentismo?
É a pergunta que me ocorre quando vejo as televisões a querem que apesar de estarmos em tempos eleitorais, ninguém possa falar de camiseta partidária aos microfones se não fôr nos espaços dedicados às coberturas das campanhas.
A nossa campanha
A nossa campanha.
Desde o início da Campanha eleitoral que cada Delegado da RENAMO a qualquer nível está constituído em chefe de campanha enquanto as brigadas nacionais e provinciais rondam pelos vários locais levando apoio e reforço ao trabalho local. O método das brigadas locais é o contacto porta a porta e interpessoal. Desfile de carros, comícios, showmícios e outras realizações mais dispendiosas ficam normalmente a cargo das brigadas centrais que podem ser nacionais, provinciais ou distritais.
Para além de renovarem a mensagem eleitoral já conhecida e querida dos moçambicanos os brigadistas actualizam o conhecimento da RENAMO sobre as preocupações do eleitorado em cada local, actividade esta que é permanente. Deve ser feita em qualquer altura e em todas as oportunidade.
Na Zambézia, onde desde o dia 14 de Outubro se encontra o nosso candidato, Afonso Macacho Marceta Dhlkama, foi a vez do distrito do Alto Molócuè receber o seu Delegado Provincial.
Está em formação a oposição cosmética ou simulada
Está em formação a oposição cosmética ou simulada
Natércia Lopes
O primeiro sinal claro foi dado no programa televisivo Estado da Nação da STV quando pela Voz de Edgar Cossa, deputado da Assembléia da Republica pela Maçaroca avisou utilizando o plural majestático, que “Nós vamos fazer a verdadeira oposição para Moçambique!”.
SABER DIZER, SABER OUVIR
Saber dizer saber ouvir
Natália Lopes.
Quando num debate público se juntam pessoas de vários partidos, torna-se uma tortura ficar quase uma hora a escutar atentamente as intervenções dos outros que são membros daquele grupo que tem opiniões predominantemen-te erradas e indutoras a erros porque se baseiam em pressupostos inspirados nos vícios ideológicos do comunismo, como totalitarismo, a diabolização dos indivíduos críticos, idolatrização de personalidades...
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