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Mensagem alusiva ao 38º aniversário da morte do Iº Comandante em Chefe das Forças da Resistência Nacional Moçambicana, André Matade Matsangaissa

POR OCASIÃO DO 17 DE OUTUBRO, RENAMO RECORDA SEUS HERÓIS
A RENAMO reuniu-se no distrito de Katembe, cidade de Maputo, no dia 17 de Outubro em celebração do dia de seus heróis. Esta data coincide com a morte do primeiro comandante em chefe, André Matsangaissa. Eis a mensagem alusiva a data:
Mensagem alusiva ao 38º aniversário da morte do Iº Comandante em Chefe das Forças da Resistência Nacional Moçambicana, André Matade Matsangaissa.
Estamos hoje aqui, a comemorar o 38º aniversário da morte de André Matade Matsangaíssa, primeiro Comandante em Chefe das Forças da Resistência Nacional Moçambicana.
André Matade Matsangaíssa, morreu a 17 de Outubro de 1979, na Vila de Gorongosa, numa operação militar que ele próprio planificou e dirigiu. A morte de André Matade Matsangaíssa, parecia ser a vitória das forças mercenárias marxistas, concentradas no nosso país para fazer face às forças gloriosas da Renamo. Mas ao contrário disso, a morte de André Matade Matsangaíssa fez com que as forças gloriosas da luta pela Democracia, começassem abrir mais frentes para o resto do país.
Queremos lembrar, que o André morre quando as forças da Renamo estavam apenas na província de Manica e no distrito de Gorongosa. Após a sua morte, para marcarmos a resistência às ofensivas militares, também tínhamos que abrir mais frentes, nomeadamente:
• Abrimos a frente de Tete;
• Abrimos a frente de Inhambane;
• Abrimos a frente da Zambézia;
• Abrimos a frente de Nampula;
• Abrimos a frente de Gaza;
• Abrimos a frente de Niassa;
• Abrimos a frente da província de Maputo, e já em princípios de 1984 abrimos a frente de cabo Delegado.
Começamos a criar zonas libertadas, quer dizer, começamos a pôr fora de combate as forças da Frelimo, e as mesmas passaram a fugir para as capitais provinciais. Em todas as províncias tivemos zonas libertadas.
De 1985 até 1992, já tínhamos a administração completa em todo o país, controlando 89% do território moçambicano, tínhamos governadores provinciais, administradores de distritos, chefes de postos administrativos e outras estruturas de base das localidades e povoações. Os tanques de guerra, blindados, BTR´s, BM21 de 40 canos não podiam circular nas vias de Moçambique, mesmo com escoltas militares. Tudo ficou paralisado do Rovuma ao Maputo. A estrada nacional chegou a ter árvores no meio da rodovia. Essas árvores foram removidas depois da assinatura do Acordo Geral de Paz. Há testemunhas destes factos, porque a história deve ser contada como ela é.
A luta da RENAMO pela Democracia neste país , foi realmente a luta do povo moçambicano. Foi o povo que criou a RENAMO para se defender de políticas horríveis com orientação comunista marxista da Frelimo.
Como é sabido, a Frelimo com a independência havia destruído tudo no País, negando redondamente a Democracia no país. Destruiu o poder tradicional, proibiu e destruiu a religião, a economia do mercado em Moçambique, o poder familiar e interditou a liberdade da livre circulação no país através de guias de marcha que eram contrário a independência. Introduziu a pena de morte onde assistimos os nossos pais, avôs e familiares a serem decepados pescoços em público, sobretudo em comícios populares. Criou o sistema de campos de reeducação que eram autênticas prisões, onde milhares de nossos irmãos, pais e familiares foram conduzidos sem culpa formada, só por suspeita de serem contrários ao regime, tendo sido fuzilados e outros devorados por leões, em particular nas províncias de Niassa e Cabo Delegado.
A Frelimo despovoou o país, levando compulsivamente as populações para as aldeias comunais, que não passavam de prisões, onde as estruturas de base dos comunistas, vulgo Grupos Dinamizadores controlavam as populações, os seus animais, como cabritos, galinhas, patos até contabilizavam os ovos, em muitos casos, muitas famílias não podiam comer ovos da sua galinha sem autorização de Grupos Dinamizador.
As machambas familiares foram expropriadas passando a ser machambas do Estado - partido Frelimo, onde as populações eram obrigadas a trabalhar como escravos do Estado - partido Frelimo, como consequência disso tudo, criou fome no país, miséria, desorganização e ladrões. Houve desequilíbrio social até a destruição da cultura e dos grupos étnicos de várias zonas do país, alegando fruto da independência. Quem contrariasse isso tudo era considerado inimigo da independência, neocolonialista ou agente de imperialismo. Isto tudo que acabamos de falar e outros males que não podemos falar, fizeram com que o povo moçambicano se unisse e criasse a Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO). O povo é que apoiou a Renamo e esteve sempre ao lado das forças militares e políticas lutando contra o regime da Frelimo.
Portanto, a Renamo ganhou politicamente, porque tudo o que dissemos como maldade já não existe, mas temos que frisar que a vitória deveu-se ao apoio deste povo moçambicano. Porque o povo sentiu que a Renamo estava a fazer aquilo que era a sua luta, por isso, não há nenhum regime no mundo que tendo todo tipo de armas, até ogivas nucleares (armas de destruição maciça) pode eliminar um povo determinado.
Queremos dizer com isto, que a morte de André Matsangaissa, o primeiro Comandante em chefe das forças gloriosas da RENAMO, assim como outros generais e todos os combatentes que tombaram em combate que o seu desaparecimento físico não foi em vão.
Os objectivos do sacrifício foram conseguidos, embora ainda com défice na implementação da Democracia, as injustiças, a má governação, o mau uso dos recursos naturais do país, a corrupção, instituições de Estado que não estão a servir os interesses superiores do povo, fraude nas eleições, política de exclusão social, as assimetrias regionais, sequestros contra as populações.
A Renamo quer acreditar que isto tudo terá o seu fim. Os desmobilizados da luta pela Democracia encorajam o Comandante em chefe das forças gloriosas da Renamo e Presidente da Renamo, o General Afonso Macacho Marceta Dhlakama a continuar a negociar com o presidente da República, Filipe Nyusi, até conseguir um acordo efectivo que será cumprido na íntegra para fazer com que Moçambique seja diferente e que seja Moçambique de todos os moçambicanos sem descriminação.
Viva a Democracia!
Viva a memória inesquecível de André Matsangaissa!
Viva as Forças Gloriosas da Resistência Nacional Moçambicana - Renamo!
Viva a Renamo! A Vitória é Certa!
Obrigado.

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