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Boletim Informativo a Perdiz N° 221

Editorial
VAMOS TODOS ORGANIZAR A VITÓRIA DA RENAMO

O presidente Afonso Dhlakama e outros destacados quadros da RENAMO têm estado nos últimos dias em desdobramento nas actividades político-partidárias com vista a reactivar e sensibilizar as bases para os próximos desafios do partido.
Em todos os contactos com as bases do partido, a RENAMO tem vindo a apelar para a necessidade de se esquercer o passado recente, particularmente, o que foi consequência dos “esquadrões da morte” que para além de terem assassinado quadros da RENAMO, também deixaram luto e mágoas nos seus familiares.
Mas tal como referiu o presidente Afonso Dhlakama no contacto com as bases da província do Niassa é preciso que a reconciliação e o esquecimento do passado seja acompanhado de boas acções governativas. É através da boa acção governativa que a RENAMO e os seus membros sentir-se-ão capazes para levarem a cabo as suas actividades e convicções políticas.
O trabalho que tem vindo a ser realizado pelo presidente Dhlakama, apesar da sua situação actual não permitir o contacto directo com os membros, bem como das diferentes brigadas centrais, provinciais, distritais e de outros níveis, é um caminho para a RENAMO assumir que é preciso alcançar o poder nos próximos eventos eleitorais para plenamente pôr em prática as suas intenções de reconciliação, boa governação, democracia e União dos moçambicanos.
Os membros da RENAMO a todos níveis, ainda não compreenderam apesar da aproximação e optimismo manifestados tanto do presidente da República, Filipe Nyusi, como pelo presidente da RENAMO, Afonso Dhlakama sobre o breve alcance da Paz.
A RENAMO entende que não pode assinar nenhum acordo como está previsto entre Outubro ou Novembro para depois esperar de uma acção da Assembleia da República entre Fevereiro ou Março do próximo ano. Para a RENAMO, qualquer acordo político com o Governo da Frelimo e que agora apresenta o Presidente Nyusi como único candidato no congresso de Outubro deve ser antecedido da aprovação das exigências que estão em cima da mesa.
A RENAMO não pode ir a nenhum acordo com o presidente Nyusi sem antes ter a certeza da composição da Comissão Nacional de Eleições, do Secretariado Técnico de Administração Eleitoral, do Conselho Constitucional, instituições todas dominadas pela Frelimo.
Qualquer acordo, deve passar pela reestruturação destes organismos, pela revisão constitucional e pela integração dos homens da RENAMO em diferentes órgãos do Estado e de reintegração social que são exigências legítimas para um processo de paz e democrático aceitável.
Por isso, qualquer acordo deve ser consequência de todas as mudanças propostas e não de um mero exercício cosmético para acomodar os interesses de quem quer manter-se no poder.

Boletim Informativo a Perdiz N° 221

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