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Partido Renamo Lança Novos Procedimentos de Registo de Membros

Partido Renamo Lança Novos Procedimentos de Registo de Membros
A RENAMO está a trabalhar a todo gás no país com vista a reorganização da sua estrutura de base, no âmbito de lançamento de novos cartões de membros e procedimentos actualizados para registo e quotização. Segundo pudemos constatar, foi lançada uma plataforma informática de registo de membros, que foi oficializado por brigadas centrais que escalaram as 11 províncias do país.
As duas brigadas centrais em actividades nas províncias, foram dirigidas pelo Secretário-geral da RENAMO Manuel Bissopo e Gania Mussagy, Membro da Comissão política do partido, respectivamente.
Entrevistada pelo Boletim a Perdiz, Gania Mussagy responsável pela brigada que escalou as províncias de Tete, Manica e Inhambane admite que o trabalho levado a cabo pela sua brigada foi um sucesso, na medida em que as metas propostas foram superadas.
Gania Mussagy afirmou: “na RENAMO sempre houve registo de membros e pagamento de quotas pelos Membros, com uso de meios rudimentares. E, o que agora está a acontecer é a introdução de novos sistemas de informação on-line na gestão do partido.”
Segundo Gania Mussagy, findo o processo em curso, proceder-se-á a entrega dos cartões de membros numa cerimónia previamente agendada.

O partido

A Resistência Nacional Moçambicana, mais conhecida pelo acrônimo RENAMO, é o segundo maior partido político de Moçambique. O seu atual presidente é Afonso Dhlakama.

Surgiu como reação ao partido único no poder, a FRELIMO, organizando um movimento armado que durou 16 anos.
Histórico
A RENAMO foi fundada em 1975 após a independência de Moçambique como uma organização política anti-comunista, patrocinada pela Organização Central de Inteligência da Rodésia. A formação do partido (ainda como grupo guerrilheiro de direita) se deu sob os auspícios do primeiro-ministro da Rodésia, Ian Smith, que procurava por meio da RENAMO, impedir que o governo da FRELIMO fornecesse refúgio para a União Nacional Africana do Zimbábue, militantes que buscavam derrubar o governo rodesiano.
Início
A RENAMO começou suas operações na província de Manica, centro de Moçambique, com André Matsangaíssa, um dissidente da FRELIMO. Matsangaíssa foi morto pelas forças governamentais em Gorongosa no dia 17 de outubro de 1979, num ataque da RENAMO a uma posição das forças governamentais. A base era conhecida com o nome de "Casa Banana". Depois de uma luta pela sucessão violento, Afonso Dhlakama tornou-se o novo líder da RENAMO.

Durante a Guerra Civil moçambicana da década de 1980, a RENAMO também recebeu o apoio da África do Sul.[2] Nos Estados Unidos, a CIA e os conservadores fizeram lobby para o apoio à RENAMO, no entanto encontrou-se forte resistência por parte do Departamento de Estado, que disse "não reconhecer ou negociar com a RENAMO".[3][4][5] O governo britânico de Margaret Thatcher não enxergava a guerra civil em Moçambique como parte da Guerra Fria, assim a princípio apoiava informalmente a RENAMO. No entanto quando a FRELIMO tomou a atitude de fechar a fronteira para Rodésia, fato que vinha a calhar com os interesses britânicos que naquele momento se punha contra a colônia rebelde (Rodésia), o governo britânico passou a apoiar a FRELIMO, enquanto que o governo rodesiano apoiou a RENAMO.
1992 - atualidade
Com o término da guerra civil, sob os termos do Acordo Geral de Paz, assinado em Roma a 4 de Outubro de 1992, a RENAMO abandonou as armas e converteu-se em um partido político. Neste período, com a dissolução da União Soviética, e a conversão da FRELIMO em um partido social-democrata, a RENAMO abandona sua ideologia anti-comunista, mas adota como substituição a esta uma ideologia populista e conservadora. Os antigos combatentes da RENAMO foram integrados ao exército moçambicano.

A RENAMO já concorreu três vezes às eleições multipartidárias, tanto para o parlamento, onde ficou sempre em minoria, como apoiando Dhlakama como candidato à presidência, mas perdeu as eleições. Em relação às eleições municipais, a RENAMO boicotou as primeiras, em 1998, mas concorreu às segundas, em 2003, assegurando o controle de cinco dos 33 municípios.

Nas eleições legislativas de 1º e 2 de Dezembro de 2004, o partido foi o cabeça da colisão eleitoral Renamo-UE, que conquistou 29,7% dos votos e 90 dos 250 assentos. O candidato presidencial dessa aliança, Afonso Dhlakama, recebeu 31,7% dos votos populares.

Bem Vindo a Pagina do Partido Renamo

Esta é a página “Web” do partido RENAMO, lutador incansável dos valores modernos da Democracia.
A todos os internautas, no geral e, especialmente, os membros, os simpatizantes e os apoiantes do nosso partido, quero dirigir uma saudação especial, em nome de todo o povo Moçambicano, da RENAMO e, em meu nome pessoal, Desejo e a anseio que esta página “Web”, contribua para o fortalecimento da Paz, da Democracia e do desenvolvimento da Cidadania, na nossa pátria.
Neste momento difícil da nossa democracia, não deixaria de partilhar, com o povo moçambicano, em geral, e, em particular, com os membros, os simpatizantes e os amigos deste partido, que apoiam a causa que defendemos e pelos quais nos batemos ao longo dos tempos, incluindo os sacrifícios, consentidos na busca da liberdade e da justiça, expressando de forma incansável a minha esperança, de que a paz, definitivamente, reinará, no nosso país.
Não deixaria de congratular a todos aqueles que directa ou indirectamente, vivos ou mortos, sempre se entregaram pela nossa causa, na esperança de construir um Moçambique melhor, sem excluídos e sem medo.
Quero convidar, desde já, a todos, para que façam uso deste espaço, não só informativo, mas também de interacção de todos sem excepção. Encontrem neste espaço, um lugar para colocar as vossas ideias, sugestões, criticas, que possam contribuir para o sucesso do nosso partido, cientes de que, com a RENAMO, a vitória foi, é, e será sempre certa.
Com a Renamo e comigo, vosso presidente e eterno escravo garantimos que a vitória será sempre certa.

Constatações dos Deputados da BPR

As Constatações dos Deputados da Bancada Parlamentar da Renamo no Circulo Eleitoral da Zambézia
Ao abrigo da Constituição da República e do n° 2, artigo 18 do Regimento da Assembleia da República, os Deputados da Bancada Parlamentar

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SITUAÇÃO CONTINUA TENSA NA ZONA CENTRO E NORTE DO PAÍS

 

Informações nada encorajadoras para o processo de pacificação do país continuam a chegar a nossa redacção, dando conta que o Governo do partido Frelimo contínua, através dos esquadrões de morte a criar pânico aos membros da RENAMO em alguns distritos da zona central e nortenha do país.

De Tete, chegam-nos denúncias de persistentes actos de violação da trégua, protagonizados por estruturas de base do partido no poder e por elementos afectos a Polícia, a mando destes. No dia 28 de Março corrente, no distrito de Chiúta, povoado de Daca, o delegado distrital da RENAMO e um membro da Assembleia Provincial, Marco Mandate e Ernesto Cambugué respectivamente, foram ameaçados de morte por dois indivíduos desconhecidos que tentaram aliciar a quem indicasse suas residências. Neste momento, os visados encontram-se fugitivos na mata.

No dia 24 deste mês de Março, na mesma província central de Tete, distrito de Chifunde, posto administrativo de Vila Mualadzi, localidade de Bolimo, quando eram 21:00 horas, foi espancado o delegado da RENAMO desta localidade, de nome Richard Postane, tendo sido gravemente ferido. A população local conseguiu neutralizar o malfeitor que estava munido de uma pistola, tendo sido identificado como agente da PRM. Sua identidade foi confirmada por seus colegas no comando distrital desta corporação. A vítima encontra-se neste momento a receber tratamentos médicos.

No distrito de Tsangano, posto administrativo de Tengo Wambalame, povoado de Cachere, foi raptado o Chefe da Organização distrital, de nome João Abrão Jamsoni, quando eram 20:00 horas do dia 23 do corrente mês. Este foi baleado mortalmente, tendo o corpo sem vida sido localizado já sepultado na zona de Nhondhola, machamba de portazio Magola, tendo sido removido daquele local para ser entregue a sua família.

Ainda em Tete, no distrito de Chifunde, concretamente em Thequesse, Luia e Nsadzo, 4 membros da RENAMO foram ameaçados de morte pelo secretário distrital da Frelimo identificado por Bragasse. Esta ocorrência foi as 12:00 horas do dia 10 de Março corrente. Foram vítimas da ameaça Xavier capata, Anselmo Candele, Manuel Horácio e Mário Condole, respectivamente, estando refugiados em parte incerta.

Dhlakama Anucia Treguas sem Prazo

Presidente da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), Afonso Dhlakama, anunciou esta quinta-feira o prolongamento da trégua no país por tempo indeterminado. Presidente da Renamo assinalou,

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A todos os internautas, no geral e, especialmente, os membros, os simpatizantes e os apoiantes do nosso partido, quero dirigir uma saudação especial, em nome de todo o povo Moçambicano, da RENAMO e, em meu nome pessoal, Desejo e a anseio que esta página “Web”, contribua para o fortalecimento da Paz, da Democracia e do desenvolvimento da Cidadania, na nossa pátria.
Neste momento difícil da nossa democracia, não deixaria de partilhar, com o povo moçambicano, em geral, e, em particular, com os membros, os simpatizantes e os amigos deste partido, que apoiam a causa que defendemos e pelos quais nos batemos ao longo dos tempos, incluindo os sacrifícios, consentidos na busca da liberdade e da justiça, expressando de forma incansável a minha esperança, de que a paz, definitivamente, reinará, no nosso país.
Não deixaria de congratular a todos aqueles que directa ou indirectamente, vivos ou mortos, sempre se entregaram pela nossa causa, na esperança de construir um Moçambique melhor, sem excluídos e sem medo.
Quero convidar, desde já, a todos, para que façam uso deste espaço, não só informativo, mas também de interacção de todos sem excepção. Encontrem neste espaço, um lugar para colocar as vossas ideias, sugestões, criticas, que possam contribuir para o sucesso do nosso partido, cientes de que, com a RENAMO, a vitória foi, é, e será sempre certa.
Com a Renamo e comigo, vosso presidente e eterno escravo garantimos que a vitória será sempre certa. 

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