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É com imenso prazer que vos desejo boas vindas à nossa página na internet.
A abertura desta página surge como resposta do Partido RENAMO aos desafios de uma época de Tecnologia de Informação, em que o site se torna em cada dia que passa um instrumento imprescindível à nossa existência diária.
Sempre dissemos que somos um Partido que se estrutura de acordo com as necessidades da conjuntura política e dos desafios a vencer. Assim, com esta página pretendemos alcançar uma audiência maior dentro e fora do País para uma maior divulgação sobre quem somos nós, os nossos programas e estatutos e as nossas actividades quotidianas.
Avizinham-se as eleições Gerais e as primeiras para as Assembleias Provinciais, apelamos para que todos irmãos em idade eleitoral recenseiem-se para poder votar no dia 28 de Outubro de 2009.


webemaster em Maio 23 2009 09:50:37· Leia Mais · 474 Leituras · Imprimir
Sobre o Acórdão nº 30/CC/2009
Assuntos Internos

     RESISTÊNCIA NACIONAL MOÇAMBICANA

 

 

 COMUNICADO DE IMPRENSA

  

Em protesto da Validação e Proclamação dos Resultados das Eleições Presidenciais, Legislativas e das Assembleias Provinciais, de 28 de Outubro de 2009  

 

Como é do conhecimento geral, realizaram-se, a 28 de Outubro de 2009, eleições para o cargo de Presidente da República, de Deputados da Assembleia da República e de Membros das Assembleias Provinciais.

 

Na altura da apresentação das candidaturas para as referidas eleições, desde logo se notou um comportamento, por parte dos órgãos eleitorais, nomeadamente do Conselho Constitucional e da Comissão Nacional de Eleições, de claro favorecimento da Frelimo e do seu candidato Armando Emílio Guebuza, em detrimento dos Concorrentes da Oposição.

 

Aqueles órgãos não foram nem são independentes, imparciais e isentos e não agiram com transparência durante todo o processo eleitoral. Os relatórios dos observadores eleitorais, nomeadamente os da União Europeia, da Commonwelth, da Awepa e da EISA, referem de forma clara que a rejeição de algumas listas dos Partidos políticos para as eleições legislativas e provinciais foi fruto da interferência da Frelimo e do seu candidato na actuação da CNE e do Conselho Constitucional.

 

Da CNE, não seria de esperar outro comportamento, pois assim nos habituou em todas as eleições realizadas no País.

 

Quanto ao Conselho Constitucional, cuja maioria de Juízes  foram propostos pela Frelimo, com o seu Presidente a ser nomeado pelo Presidente da República Armando Emílio Guebuza, age segundo as orientações do Partido Frelimo ou transformando-se numa mera célula do Partido Frelimo.

 

É exemplo disso a validação e proclamação dos resultados das eleições de 28 de Outubro de 2009, com efeito, se estivermos atentos à fundamentação do Acórdão nº 30/CC/2009, que valida estas eleições, verificamos, que da sua primeira à última página, aponta graves irregularidades praticadas pelos órgãos eleitorais que deviam levar à anulação das eleições de 28 de Outubro.

 

Mas, estranhamente, o Conselho Constitucional contradizendo-se, validou-as. Porquê? A resposta é clara, como Célula seguiu as orientações que recebeu da Frelimo e do seu candidato.

 

Nunca haverá eleições livres e transparentes em Moçambique enquanto:

 

a)       os órgãos eleitorais que a dirigem e decidem tiverem a actual composição, de uma maioria da sociedade civil fanfoche.

 

b)       as leis eleitorais não forem revistas e aprovadas por consenso das partes.

 

c)       os procedimentos administrativos não forem claros e facilitados.

 

São livres e transparentes as eleições em que um único candidato, Armando Emílio Guebuza e o seu Partido a Frelimo têm todos os meios, incluindo os meios humanos e materiais do Estado, enquanto outros nada têm?

 

Estranhamente, 10 dias antes da votação, muitos boletins de voto já se encontravam nas mãos dos membros do Partido Frelimo com a finalidade de enchê-las nas urnas a favor da Frelimo e do seu candidato, o que revela sem margem de dúvidas de que, o STAE distribuiu, atempadamente, os tais boletins de voto aos membros do Partido Frelimo.

 

A Frelimo deu ordens aos administradores distritais para não permitirem a vitória da Renamo e do seu candidato, estes  intervieram nos trabalhos dos órgãos eleitorais sem mandato, visando simplesmente orientar o STAE para adulterar as actas e editais do apuramento intermédio ou parcial.

 

Todos os presidentes das mesas de votação eram da confiança da Frelimo com instruções claras para efectuarem enchimentos e adulterarem as actas e editais, a favor da Frelimo e do seu candidato, por exemplo: casos houveram de mesas onde houvessem 60 eleitores inscritos, a Frelimo era atribuída 330 votos – Distrito de Guro em Manica. 

 

Uma demonstração clara de que as eleições estavam viciadas.

 

Em Janeiro do corrente ano, a Renamo apresentou na Assembleia da República 5 projectos para a revisão das actuais leis eleitorais, mas como a Frelimo tinha já preparado a fraude, usando, abusivamente, da sua maioria, rejeitou-os.

 

Agora vem o Conselho Constitucional dar-nos razão, pois no Acórdão de validação aponta para a necessidade da revisão de toda a legislação eleitoral.

 

Em suma, os Juízes do Conselho Constitucional limitaram a carimbar aquilo que é o posicionamento da CNE, que corresponde a vontade expressa da Frelimo e do seu candidato, ignorando deste modo a vontade expressa dos moçambicanos, manifestada nas urnas.

 

Assim, a Renamo e o seu candidato às eleições Presidenciais vêm, publicamente, denunciar que as eleições realizadas a 28 de Outubro de 2009, foram manipuladas e por consequência, não foram livres, justas e nem transparentes.

 

Perante todas estas irregularidades graves, a Renamo e o seu candidato, comunicam ao Povo Moçambicano e a Comunidade Internacional que não aceitam a validação dos resultados destas eleições.

 

A Renamo, em nome da Democracia, da Paz e da Liberdade, socorrendo-se do direito Constitucional, consagrado no artigo 51 e consubstanciado na Lei nº 9/91, vai liderar as manifestações pacíficas à escala nacional.  

 

Maputo, aos 28 de Dezembro de 2009

 

   


Ivone Soares em Dezembro 29 2009 07:43:19 · Imprimir
COMUNICADO DE IMPRENSA
Assuntos Internos

No dia 17 de Dezembro de 2009, o Presidente da RENAMO, Afonso Macacho Marceta Dhlakama, recebeu, na sua residência, na Cidade de Nampula, 6 Partidos Políticos representados pelos seus Presidentes, nomeadamente: o Sr. José Ricardo Viana- Presidente do Partido  UDM, o Sr. Alberto Ismael- Presidente do PEMO, o Sr Paulino Nicopola- Presidente do Partido PALMO, o Sr André Luís- Presidente do PRDS, o Sr. Ferro Pedro-Presidente do Partido PLDM e o Sr Dr António Palange-Presidente do Partido CDU os quais manifestaram o seu apoio à posição da RENAMO de não reconhecer os resultados das Eleiçoes Presidenciais, Legislativas e das Assembleias Provinciais de 28 de Outubro de 2009 por não terem sido livres, justas, transparentes, nem limpas. 

O Presidente Afonso Dhlakama reiterou durante o encontro a posição de não reconhecer os resultados divulgados pela CNE e garantiu que tudo fará para não permitir o aniquilamento da Democracia Multipartidária conquistada com sacrifício dos moçambicanos.

Na ocasião, o Presidente Dhlakama aproveitou a oportunidade para informar aos Partidos em referência que a RENAMO está a preparar à escala nacional, manifestaçoes pacíficas, com vista a persuadir o regime da Frelimo a recuar com a sua estratégia de destruir a Democracia Multipartidária em Moçambique.

Maputo, Dezembro de 2009.


Ivone Soares em Dezembro 21 2009 07:24:51 · Imprimir
COMISSÃO POLÍTICA DA RENAMO ESTÁ REUNIDA, DESDE HOJE, EM NAMPULA.
Assuntos Internos

A reunião da Comissão Política Nacional da RENAMO é alargada aos Delegados Políticos Provinciais, Chefes dos Departamentos, Presidentes das Organizações Especiais do Partido e conta com alguns quadros séniores convidados.
A reunião que terá a duração de dois dias é a primeira de tamanha envergadura que ocorre depois das Eleições Gerais e as primeiras para as Assembleias Provinciais de 28 de Outubro.

«Ninguém precisa de destruir o que construiu.» Disse o Presidente, referindo-se a democracia que foi conquistada com muito sacrifício.


Ivone Soares em Novembro 19 2009 07:05:51 · Imprimir
Eleitores impedidos de votar e STAE reconhece desaparecimento de cadernos elitorais

950 eleitores indignados por não terem encontrado seus nomes nos cadernos eleitorais, no dia da votação, confiaram a Delegação Política Distrital da RENAMO, em Angoche, os seus cartões de eleitores para que se comprove o desaparecimento de cadernos eleitorais. «Não entregamos a polícia, nem as autoridades governamentais locais porque são Frelimo»-desabafavam os eleitores impedidos de votar.

 

Esta é mais uma prova evidente do que sempre dissemos: inúmeros eleitores ficaram sem seus nomes nos cadernos eleitorais.


Ivone Soares em Novembro 06 2009 11:03:04· Leia Mais · 248 Leituras · Imprimir
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