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COM A RENAMO A VITÓRIA É CERTA

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19-08-2025

CEPTICISMO NO PRESIDENTE OSSUFO FACE AO ENCERRAMENTO DE FÁBRICAS DE BEBIDAS ALCOÓLICAS

líder da RENAMO, Ossufo Momade, entende que a ideia de fechar as fábricas como solução para eliminar o consumo excessivo de álcool em jovens e adolescentes pode ser uma medida falhada. O presidente da RENAMO reagiu, pela primeira vez, sobre o assunto, no passado 12 de Agosto, dia internacional da Juventude, no distrito de Nhamatanda em Sofala, onde trabalhou com a população. Para Momade, o problema não está em fechar fábricas de produção de bebidas espirituosas, mas sim na resolução dos problemas de educação, emprego, habitação, assim como na criação de condições para a recreação e desporto. O líder da RENAMO aproveitou a data para lançar uma mensagem de esperança para os jovens. Segundo ele, a RENAMO é a única alternativa para a juventude e o povo moçambicano em geral. “Nós queremos promover projectos de empregabilidade para jovens das zonas rurais, iremos criar condições para empregar jovens das zonas urbanas e melhorar a educação”. Disse, acrescentando que todos os jovens estão na desgraça promovida propositadamente pelo governo do dia para desviá-los da intenção de reivindicarem os seus direitos e melhor as suas condições de vida. Para além de Nhamatanda, Ossufo Momade trabalhou no distrito de Sussundenga onde visitou a família de um conselheiro do primeiro comandante da RENAMO e do partido. Num cenário de reconciliação, Momade esteve acompanhado por altos quadros do seu partido a nível provincial e alguns antigos combatentes.

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20-08-2025

O PRESIDENTE DO CONSELHO MUNICIPAL DE VILANKULO QUINITO VILANKULO AFIRMA QUE ENCONTRARAM UM MUNICÍPIO VANDALIZADO

O presidente do Conselho Municipal de Vilankulo, Quinito Vilankulo diz ter herdado um município vandalizado pelos antigos gestores e sem responsabilização alguma, apesar de se ter recorrido às autoridades judiciárias. O Aperdiz traz na íntegra uma entrevista exclusiva ao edil da única autarquia governada pela oposição na zona sul de Save. Acompanhe a primeira parte da entrevista. Senhor presidente, como encontrou o município de Vilankulo quando assumiu as pastas de Presidente do Conselho Autárquico da cidade de Vilankulo R: Encontramos o município vandalizado. Os nossos antecessores sabotaram tudo, desde a base de dados dos contribuintes, cadastro de terra, máquinas, mobiliário, equipamento informático etc. Formataram todo o cadastro nos computadores, foi por isso que no ano passado foi muito complicado para nós. Fizemos uma denúncia ao Gabinete Provincial de Combate à corrupção, deu segmento ao caso e alguns envolvidos foram ouvidos em tribunal mas apesar de termos recuperado algum material, sobretudo os computadores, os envolvidos continuam sem ser responsabilizados, pelo contrário, até alguns foram promovidos, por exemplo, o antigo diretor do gabinete do Presidente do antigo edil, tido como o executor, hoje é diretor do instituto de formação de professores em Vilankulo, o tribunal não o responsabilizou, apenas devolveu parte do equipamento desviado. Além dos computadores e, através dos quais a base de dados, o que mais conseguiram recuperar? R:Na verdade só conseguimos recuperar 4 computadores que estavam nas mãos de alguns membros da Assembleia Municipal e do antigo chefe do gabinete do Presidente. O antigo Edil, que também desviou um computador não devolveu alegando ter sido roubado. Criadas as condições mínimas para trabalharem, quais são os grandes desafios neste momento para de não devolveu alegando ter sido roubado. Criadas as condições mínimas para trabalharem, quais são os grandes desafios neste momento para de forma efectiva materializarem aquilo que foram as vossas promessas ao eleitorado? R:Os desafios são enormes, sendo a primeira o alargamento da nossa base tributária porque sem receitas não temos como materializar aquilo que foi o nosso manifesto. É preciso reconhecer que não estamos tão mal como se pode imaginar, nessa componente, porque os nossos munícipes estão connosco, Do ano passado a esta parte temos vindo a verificar o incremento da receita. Sendo verdade que ainda não atingimos aquilo que é o desejável mas achamos que estamos num bom caminho até porque garantimos os salários, o funcionamento normal das despesas correntes. O único problema está nas despesas de investimento porque essa componente não depende muito só de nós, depende, também, das transferências do Estado. Neste momento que estamos a falar, conseguimos recuperar toda a maquinaria do município que também tinha sido sabotada, todas as viaturas mas recuperamos todas para a manutenção das nossas estradas. Neste momento estão no terreno a terraplanar as vias de acesso. Conseguimos também construir um centro de saúde de tipo 2 através de parceiros. o que é que isso significa para aquilo que são as vossas receitas? R:É verdade que Vilankulo é uma jóia do turismo nacional mas a nossa legislação tributária para que os municípios tenham algum benefício nos impostos ainda é desatualizada, porque como município de Vilankulo só temos um por cento da taxa de turismo. Uma percentagem que nós entendemos não ser justa nem sustentável, porque nem conseguimos garantir que todos os operadores possam contribuir. Um e outro de boa fé é que têm contribuído. Um outro aspecto que concorre para a fraca coleta de receitas tem que ver com o código de postura Municipal que ainda nos coloca na categoria de vila desde 2010 mas já somos uma cidade e está desajustada à realidade atual. Entretanto, estamos agora na revisão do nosso código de postura para adequá-lo à nova realidade e por via disso melhorar a nossa base tributária. Muitos municípios têm se queixado da demora no desembolso dos fundos de Compensação Autárquica. Qual é a situação de Vilankulo? R:Vilankulo não se difere com a realidade de muitos municípios. Estávamos a pouco na décima quarta reunião dos munícipes e esse assunto foi discutido. Ou seja 80% dos municípios estão no risco fiscal em Moçambique ou seja, não conseguem cobrar receitas suficientes para o seu pleno funcionamento, mas na situação em que há demoras no desembolso aumenta o risco de cumprimento de metas e desafios e Vilankulo não é excepção, é verdade que a nossa maneira conseguimos fazer reajustes para podermos funcionar mas isso continua a ser um calcanhar de Aquiles para o bem dos munícipes. Nós não temos dívidas de salários e nos orgulhamos por isso.

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05-07-2025

05 DE JULHO – 45 ANOS DO DESTACAMENTO FEMININO DA RENAMO

Sob Lema: “Mulheres fortes, corajosas, prontas a vencer os desafios” O dia 5 de Julho de 1980 representa um marco de grande significado político e histórico para a RENAMO e para todo o povo moçambicano. Foi nesta data que se deu a incorporação das primeiras 3 mulheres combatentes nas fileiras da RENAMO, assumindo com coragem e determinação o compromisso de lutar, lado a lado com os seus colegas homens, pela liberdade e pela democracia em Moçambique. A incorporação teve lugar na localidade de Makoca, no Posto Administrativo de Dombe, Província de Manica, onde nasceu o histórico Destacamento Feminino da RENAMO, símbolo da coragem e do protagonismo da mulher moçambicana na resistência contra a opressão. Essas mulheres juntaram-se à luta iniciada pelo Primeiro Comandante André Matsangaíssa, pelo Saudoso Presidente Afonso Dhlakama, e por outros bravos combatentes da liberdade, num movimento que viria a redefinir o curso da história nacional. Este ano, assinala-se o 45.º aniversário do Destacamento Feminino, com cerimônias realizadas em todas as províncias do país, sendo o acto central presidido pela Presidente da Liga Feminina da RENAMO, Maria Celeste Chachite, no Distrito de Morrumbene, Província de Inhambane. O presidente do Partido, General Ossufo Momade saudou as mulheres da Liga Feminina na Cidade de Maputo, organizadas no Distrito Municipal de KaMubukwana. Durante o evento, deu um breve historial sobre os acontecimentos de 05 de Julho de 1980, realçando a coragem das mulheres que se juntaram voluntariamente à luta, e recordando a importância da data como fundamento do papel da mulher na transformação política de Moçambique.

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04-06-2025

Discurso de Abertura Por Ocasião da Conferência Nacional dos Combatentes da Luta pela Democracia-ACOLDE

Na ocasião da abertura da Conferencia Nacional dos Combatentes da Luta pela Democracia-ACOLDE, que decoreu no dia 4 de Junho, o Presidente Ossufo Momade, saudou os presentes e homenageando os combatentes que lutaram pela democracia em Moçambique, destacando os líderes históricos da RENAMO, André Matade Matsangaice e Afonso Dhlakama, como símbolos de patriotismo e união. Afirmou que a RENAMO sempre foi um partido dialogante, com estruturas como a Liga Feminina, Liga Juvenil e a ACOLDE, criadas para promover a participação e o fortalecimento interno. Reitera que a ACOLDE deve ser espaço de diálogo e preservação do legado do partido, não de conflitos internos. Destacou ainda a continuidade do processo de paz e reconciliação após a morte do Saudoso Presidente Dhlakama, com a realização de congressos e eleições internas, mantendo a RENAMO unida. Apesar de vitórias eleitorais em 2018, denuncia fraudes nas eleições autárquicas de 2024, que resultaram em violência e instabilidade nacional. Sobre o Processo de Desmobilização, Desarmamento e Reintegração (DDR), esclareceu que a liderança atual manteve os acordos prévios e que os combatentes têm direito a pensões e projetos de rendimento. Lamenta o incumprimento das promessas da comunidade internacional e nega quaisquer acusações de desvio de fundos por parte da liderança.

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03-05-2025

Mensagem pela passagem efeméride do Sétimo Ano do Perecimento do Saudoso Presidente da RENAMO, Afonso Macacho Marceta Dhlakama

No dia 3 de maio de 2025, marcam-se sete anos desde a morte de Afonso Dhlakama, líder histórico da RENAMO, seu legado na luta pela democracia, reconciliação nacional e pelos direitos dos moçambicanos. Destaca suas contribuições para o multipartidarismo, justiça social, despartidarização do Estado, a descentralização e combate à corrupção, reconhecendo-o como um Herói Nacional. Também presta homenagem aos antigos combatentes pela democracia e reforça a importância de concluir o processo de desarmamento e reintegração social. O discurso reafirma o compromisso com o diálogo inclusivo e as reformas necessárias para construir um Moçambique justo, democrático e pacífico, inspirado pelos ideais de Dhlakama. Maputo, 3 de Maio de 2025. OSSUFO MOMADE (Presidente da RENAMO)

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24-04-2025

SECRETÁRIA-GERAL DA RENAMO REÚNE-SE COM SECRETÁRIO DE ESTADO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS DE PORTUGAL PARA ABORDAR SITUAÇÃO POLÍTICA E COOPERAÇÃO INTERNACIONAL

A Secretária-Geral da RENAMO, Clementina Bomba, reuniu-se com o Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Nuno Sampaio, para discutir a situação política pós-eleitoral em Moçambique. Bomba denunciou fraudes nas eleições autárquicas de 2023, afirmando que a RENAMO venceu em 22 autarquias, mas apenas 4 vitórias foram reconhecidas oficialmente. Ela também alertou para possíveis irregularidades nas eleições gerais de 2024 e apelou ao envolvimento da comunidade internacional. Abordou ainda falhas na reintegração dos ex-combatentes no âmbito do DDR, pedindo apoio técnico e revisão das pensões. Portugal reiterou apoio à democracia moçambicana e ao processo de paz.

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16-10-2024

PRESIDENTE OSSUFO MOMADE SOLIDARIZA-SE COM A ESPOSA DE MARIANO NHONGO

No prosseguimento da sua visita de trabalho político pelo distrito de Nhamatanda, em Sofala, o líder da RENAMO, Ossufo Momade, escalou hoje, a Localidade de Chirassicua onde conversou com as populações na sede Distrital da RENAMO que fica a escassos metros das instalações da sede da Localidade. Ossufo Momade teve a ocasião de conhecer a esposa do falecido Mariano Nhongo que, por sinal, vive naquela localidade desde que seu marido perdeu a vida. Viúva de sete filhos, todos do casal Nhongo, a viúva vive momentos difíceis para sustentar os sete filhos, daí que o presidente Ossufo Momade mostrou abertura para ajudar a família Nhongo. A Delegada política do distrito de Nhamatanda disse à nossa equipa que a viúva do Mariano Nhongo tem vindo a participar nas actividades políticas da RENAMO naquela localidade.